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Clube União Banheirense o Chinquilho

Nos anos 40 estava fortemente implantada uma modalidade desportiva, muito praticada na altura por grupos de amigos que se reuniam nas horas livres que dispunham, o jogo da malha ou chinquilho.

Deste grupo de amigos faziam parte Manuel Martins, Manuel Barreira, José Saloio, Santarém, António Diogo, António da Preta, António Milheiro, Chico Moita, Calos Costa, Serafim, António Bicas, José Grilo, João da Costa, Caiado, Passarinho, António Inácio, entre outros.

Corre o ano de 41 e os jogos do Chinquilho fazem-se na taberna do Serafim, situada na rua 35, hoje Rua Luís de Camões. Depois de serem criadas as condições indispensáveis para a prática da modalidade, chegou a altura de pensar em legalizar o grupo desportivo como associação. Para isso foi elaborado, por João Luís, o primeiro registo de associados, num livro de mercearia e taberna, onde constou pela primeira vez os que viriam a ser os fundadores do clube Manuel Martins, Manuel Barreiras, António Milheiro, Chico Moita, Calos Costa, David Sousa Gago, entre outros.

Posteriormente, entre os anos 44 e 45, houve necessidade de fazer mudanças desta taberna para outros locais, acabando finalmente por se instalar no terreno da Tio Boleira. Foi nestas instalações que, pela primeira vez, foi formada uma comissão, composta por Amadeu da Silva Valente, Virgílio Manuel, João luís, João Pedro Nogueira, Manuel Barreira, Manuel Joaquim Ramos (Balecas), António Mendes Semião, entre outros. Esta equipa ficou encarregue da gestão corrente da associação, bem como de fazer a elaboração daqueles que viriam a ser os primeiros estatutos da colectividade.

É de salientar ainda, que para mobilizar a população para a divulgação da colectividade, eram efectuados na rua, espectáculos de saltimbancos. Na associação para ver o teatro de marionetas e alguns bailes, era necessário para além do bilhete que os espectadores levassem o seu próprio banco ou cadeira para sua melhor comodidade.

Após a elaboração dos estatutos e reconhecida a fundação do clube na data de 11/05/1949, depois de serem entregues ao RECTO (Autoridade Máxima do Concelho) para serem examinados e enviados ao Governador Civil para aprovação oficial a 05/03/1951.
O Chinquilho era agora uma realidade, tinha a sua importância e começava a ter também acrescidas responsabilidades de carácter social e desportivo. Começou assim a ser equacionada a possibilidade da compra de uma sede própria, surgiu então a ideia daquela que viria a ser a esplanada da colectividade, comprada com empréstimo a pagar com juros à Velha Matilde.

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